Caverna Hans Staden

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Caverna Hans Staden (Caverna sem Fim)

Lenda ou não, ainda hoje os mistérios do lugar são guardados fortemente a sete chaves pelos índios Xavantes que vivem pela região e que lá possuem vários lugares sagrados, que não podem ser visitados pelo homem branco sem que estejam em sua presença.

 Dentre esses locais há uma caverna em que esses índios só entram até a primeira galeria, e não se arriscam avançar mais do que isso, pois temem o que pode haver no subterrâneo. Segundo eles, nas profundezas do local viveriam seres estranhos, e quem se arriscasse a entrar lá não retorna mais. 

Caverna Hans Staden
Caverna Hans Staden
Caverna Hans Staden

Huni descreveu que os índios morcegos viviam em cavernas e sairiam apenas à noite para a floresta vizinha, mas sem manter contato com os chamados “moradores de baixo”.

Caverna Hans Staden
Índios morcegos

Lagoa Miararé

Outro ponto de misticismo da região do Roncador, segundo o Dicionário do Mundo Misterioso, é uma lagoa encantada que, apesar de possuir profundidade e bastante água, não possui nenhuma forma de vida. “Os índios Xavantes consideram a lagoa em frente a uma caverna inexplorada um local perigoso, proibido, cujo acesso somente os pajés mais poderosos podem ter”, descreve o autor. Os dados são da década de 1970, quando começou a haver interesse científico em pesquisar a região.

Caverna Hans Staden

Para eles, segundo relatou o explorador, esses moradores habitavam uma cidade subterrânea, na qual formariam uma comunidade auto suficiente e com uma considerável população. De onde Carl Huni, que gozava de grande reputação perante a comunidade científica e acadêmica de sua época, tirou essas informações?

Na verbalização dos índios, fala-se sobre outro lugar sagrado, a “Lagoa Encantada”, uma lagoa com total ausência de vida sob as águas. Alguns índios nadam na lagoa, mas não se comprometem aventurar mergulhar muito fundo, pois têm medo de serem sugados por alguma força invisível e não mais voltarem. Segundo os anciões da aldeia da região, a lagoa seria

“a entrada das moradas dos deuses, onde luzes mergulham e depois saem da água em direção às estrelas”

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